Currículo Integrado
O fragmento de Hilton Japiassu aborda uma realidade cruel do sistema de ensino. É verdade que trabalhar de forma interdisciplinar causa medo, pois desacomoda, desafia, faz buscar outras formas de pensar e ver as coisas.
Muitas escolas ainda estão educando seus alunos de forma fragmentada, como se os saberes fossem separados em gavetinhas, abre uma e logo em seguida fecha-se para que outra gavetinha possa ser aberta para serem depositados novos conhecimentos. Isto é uma triste realidade, por que agindo assim, a escola esta tratando o aluno como um ser com compartimentos de saberes e não como um todo.
Realmente não é fácil fazer muito diferente disso porque a estrutura educacional, isto é, o sistema educacional todo deveria mudar. O professor não disponibiliza de tempo para encontrar-se com outros colegas para juntos desenvolver um projeto, por exemplo. Neste sentido, a escola esta reproduzindo o que a sociedade vinha exigindo das pessoas durante muito tempo, formação técnica para desenvolver uma única tarefa.
O texto de Santomé nos leva a algumas reflexões do modo de produção da Fordismo e Taylorismo.
O Fordismo,valoriza apenas a produção, não fazendo valer os interesses dos trabalhadores e as tarefas são distribuídas igualmente.
O Taylorismo, “acreditava que, oferecendo instruções sistemáticas e adequadas aos trabalhadores, ou seja, treinando-os, haveria possibilidade de fazê-los produzir mais e com melhor qualidade.”
As relações que o Taylorismo e o Fordismo conseguiram estabelecer um sistema de autoritarismo, com um único interesse de produção, privavam os trabalhadores de exercer sua autonomia até mesmo em relação ao seu ambiente de trabalho. Na década de 60 a escola era como as fábricas, preparava o aluno pra simplesmente produzir.
Na verdade, esses conceitos lembram os cursos técnicos e o antigo PPT, que alguns anos atrás existiam. Essa exigência do mercado de trabalho diminuiu, a escola conseqüentemente começou a tomar outros rumos.Agora já se começa a pensar na formação de alunos capazes de realizar diversas.
Muitos anos a escola vem tentando formar alunos críticos, competentes em diversas áreas e atividades, mas sabemos que na realidade ela não esta conseguindo, prova disso são os currículos ainda fragmentados, cada professor trabalha a sua disciplina cumpre sua carga horária.Como diz no texto de Santomé (1998) “Cada vez mais, as instituições escolares passam a ser vistas da mesma maneira que as empresas e mercados econômicos”. Sendo assim, a educação precisa estar em constante transformação, não pode ser considerada finalizada, é necessário que seja repensada e reconstruída a cada dia.
Muitas escolas ainda estão educando seus alunos de forma fragmentada, como se os saberes fossem separados em gavetinhas, abre uma e logo em seguida fecha-se para que outra gavetinha possa ser aberta para serem depositados novos conhecimentos. Isto é uma triste realidade, por que agindo assim, a escola esta tratando o aluno como um ser com compartimentos de saberes e não como um todo.
Realmente não é fácil fazer muito diferente disso porque a estrutura educacional, isto é, o sistema educacional todo deveria mudar. O professor não disponibiliza de tempo para encontrar-se com outros colegas para juntos desenvolver um projeto, por exemplo. Neste sentido, a escola esta reproduzindo o que a sociedade vinha exigindo das pessoas durante muito tempo, formação técnica para desenvolver uma única tarefa.
O texto de Santomé nos leva a algumas reflexões do modo de produção da Fordismo e Taylorismo.
O Fordismo,valoriza apenas a produção, não fazendo valer os interesses dos trabalhadores e as tarefas são distribuídas igualmente.
O Taylorismo, “acreditava que, oferecendo instruções sistemáticas e adequadas aos trabalhadores, ou seja, treinando-os, haveria possibilidade de fazê-los produzir mais e com melhor qualidade.”
As relações que o Taylorismo e o Fordismo conseguiram estabelecer um sistema de autoritarismo, com um único interesse de produção, privavam os trabalhadores de exercer sua autonomia até mesmo em relação ao seu ambiente de trabalho. Na década de 60 a escola era como as fábricas, preparava o aluno pra simplesmente produzir.
Na verdade, esses conceitos lembram os cursos técnicos e o antigo PPT, que alguns anos atrás existiam. Essa exigência do mercado de trabalho diminuiu, a escola conseqüentemente começou a tomar outros rumos.Agora já se começa a pensar na formação de alunos capazes de realizar diversas.
Muitos anos a escola vem tentando formar alunos críticos, competentes em diversas áreas e atividades, mas sabemos que na realidade ela não esta conseguindo, prova disso são os currículos ainda fragmentados, cada professor trabalha a sua disciplina cumpre sua carga horária.Como diz no texto de Santomé (1998) “Cada vez mais, as instituições escolares passam a ser vistas da mesma maneira que as empresas e mercados econômicos”. Sendo assim, a educação precisa estar em constante transformação, não pode ser considerada finalizada, é necessário que seja repensada e reconstruída a cada dia.
Referências:
SANTOMÉ, Jurjo Torres. As origens da modalidade de currículo integrado. In:______. Globalização e interdisciplinaridade: o currículo integrado. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998, p.9-23.
JAPIASSU, Hilton. A questão da interdisciplinaridade. Revista Paixão
de Aprender.Secretaria Municipal de Educação, novembro, n°8, p. 48-55, 1994.
SANTOMÉ, Jurjo Torres. As origens da modalidade de currículo integrado. In:______. Globalização e interdisciplinaridade: o currículo integrado. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998, p.9-23.
JAPIASSU, Hilton. A questão da interdisciplinaridade. Revista Paixão
de Aprender.Secretaria Municipal de Educação, novembro, n°8, p. 48-55, 1994.
Um comentário:
Olá Carine,
Tua postagem é a reprodução de uma atividade de Didática (realizada em dupla com a colega Vanícia).
"O blog é um espaço para REFLEXÕES, para relatos de APRENDIZAGENS. Quando relatamos que aprendemos algo, precisamos ARGUMENTAR sobre isso, explicitar o que exatamente aprendemos, como chegamos a tal aprendizagem, como pensávamos/atuávamos antes e que implicações as aprendizagens relatadas têm sobre nosso trabalho como educadores, enfim..." (Ventorini em email aos alunos)
Tua postagem não será considerada para efeitos de avaliação do Portfólio.
Beijos, Rô Leffa
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