Relato de uma experiência ...
Deficiência X Ensino
Em 2004,estagiei com uma turma, de 2ª série, em uma escola Municipal de Três Cachoeiras.
Na turma havia um aluno com deficiência auditiva, ( foi meu 1° ano na escola), os demais professores da escola já participavam desse assunto, e já haviam tentado solucionar este ‘’caso’’ sendo que a escola não tinha suporte suficiente para educar adequadamente este aluno. Me sentia insuficiente para lecionar em uma turma com um aluno com esta deficiência, e não saber como ajudá-lo.
Os dias foram se passando e aquilo me incomodava muito pois eu tinha consciência de que ele não estava compreendendo, não correspondia nada do que era solicitado, nem na ordem dos exercícios escritos, nem mesmo o que era citado oralmente.
Levei o caso novamente para direção da escola, porém muito pouco tínhamos a fazer, pois a coordenação já havia chamado os pais do aluno, mas os mesmos não aceitavam que o filho deveria freqüentar outra escola para atendimento especial, negando qualquer tipo de deficiência.
Então, depois de várias tentativas e não obter resultados continuei tentando transmitir o conhecimento ao aluno, mas de modo especializado( como posso considerar), conversava pausadamente, me direcionando a ele para que pudesse ver meus lábios, usava de gesticulações e tentava várias formas para que ele me entendesse, muitas vezes o aluno acabava se irritando com a minha insistência e eu percebia que ele estava presente, no entanto não estava na mesma linha de raciocínio dos demais.
Minha contribuição na vida deste aluno foi com a maior das intenções.
Depois de alguns anos, encontrei o mesmo aluno, conversando e escutando através de um aparelho auditivo.
Acredito que a deficiência dele não era tão avançada, pois foi resolvido em pouco tempo, e hoje ele teria até condições de acompanhar uma turma normal.
Conversei com ele numa boa, ele até me ofereceu um livro com a língua de sinais, me dizendo que "era bem bom para conversar com quem não escutava". Fico muito feliz em saber que alguém preparado pode ajudar este aluno que realmente precisava de um ensino especializado, utilizando-se de métodos e materiais especificos prasua aprendizagem.
Em 2004,estagiei com uma turma, de 2ª série, em uma escola Municipal de Três Cachoeiras.
Na turma havia um aluno com deficiência auditiva, ( foi meu 1° ano na escola), os demais professores da escola já participavam desse assunto, e já haviam tentado solucionar este ‘’caso’’ sendo que a escola não tinha suporte suficiente para educar adequadamente este aluno. Me sentia insuficiente para lecionar em uma turma com um aluno com esta deficiência, e não saber como ajudá-lo.
Os dias foram se passando e aquilo me incomodava muito pois eu tinha consciência de que ele não estava compreendendo, não correspondia nada do que era solicitado, nem na ordem dos exercícios escritos, nem mesmo o que era citado oralmente.
Levei o caso novamente para direção da escola, porém muito pouco tínhamos a fazer, pois a coordenação já havia chamado os pais do aluno, mas os mesmos não aceitavam que o filho deveria freqüentar outra escola para atendimento especial, negando qualquer tipo de deficiência.
Então, depois de várias tentativas e não obter resultados continuei tentando transmitir o conhecimento ao aluno, mas de modo especializado( como posso considerar), conversava pausadamente, me direcionando a ele para que pudesse ver meus lábios, usava de gesticulações e tentava várias formas para que ele me entendesse, muitas vezes o aluno acabava se irritando com a minha insistência e eu percebia que ele estava presente, no entanto não estava na mesma linha de raciocínio dos demais.
Minha contribuição na vida deste aluno foi com a maior das intenções.
Depois de alguns anos, encontrei o mesmo aluno, conversando e escutando através de um aparelho auditivo.
Acredito que a deficiência dele não era tão avançada, pois foi resolvido em pouco tempo, e hoje ele teria até condições de acompanhar uma turma normal.
Conversei com ele numa boa, ele até me ofereceu um livro com a língua de sinais, me dizendo que "era bem bom para conversar com quem não escutava". Fico muito feliz em saber que alguém preparado pode ajudar este aluno que realmente precisava de um ensino especializado, utilizando-se de métodos e materiais especificos prasua aprendizagem.
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